O espiritismo condena o aborto?

No momento em que o espermatozóide fecunda o óvulo, um espírito se vincula ao produto resultante. A vida gerada é perfeitamente distinta da gestante, ainda que dela demande nutrientes para o desenvolvimento do corpo físico. O espírito adentra num estado de torpor temporário,  até que a infância do encarne aflore e lhe possa render maior liberdade. Não se pode conceber a autorização para a obstrução da vida resultante da concepção. Até mesmo as hipóteses legais que, sob pretexto ético, autorizam o aborto, ignoram o projeto pedagógico subjacente, pré-determinado, consentido ou compulsório, direcionado à evolução dos seres envolvidos. Aplica-se idêntico raciocínio à eutanásia, já que tanto quanto interrompe precocemente um almejado plano de expiação. Para mais informações sobre o tema, recomenda-se a leitura de 'Do Abismo às Estrelas', psicografado por Divaldo Franco.

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