Por que existe o homosexualismo?
Os homens e mulheres adultos são livres para escolher seus relacionamentos, e desde que o foco de suas atenções seja a natural constituição de uma família, o equilíbrio os acompanhará. A questão do homosexualismo, enquanto prática sexual biologicamente heterodoxa, pode ser explicada pelas experiências pretéritas do espírito. Se a opção sexual de reencarnações anteriores no Planeta Terra ou outros de mesma divisão dual foi muito preponderante no fenótipo feminino ou masculino, este retrospecto estará do mesmo modo impresso na psique do indivíduo, que terá então alguma dificuldade para exercer o papel oposto.
Os espíritos não possuem sexo definido, mas nos mundos de organização semelhante à Terra ainda há um conjunto de experiências muito próprias de cada qual, como é o caso da maternidade. Embora as sociedades modernas consagrem a igualdade entre os gêneros, remanescem vivências preponderantes e singulares que a unidade bio-psíquica propiciará. Daí poder-se afirmar com relativa segurança que a maioria dos casos de desajuste entre a sexualidade física e psíquica tem íntima relação com abusos anteriores, especialmente radicados na promiscuidade. Em 'Dias Gloriosos', obra de Joanna de Ângelis psicografada por Divaldo Franco, consta: "Quando a ocorrência é diversa - função emocional diferente da forma física - encontra-se em reajustamento, que deverá ser disciplinado, evitando a permissão do uso indevido, que proporciona agravantes mais severos para o futuro."
Tal constatação não implica necessariamente numa regra universal, pois há casos em que a aparente ambiguidade sexual deterá papel relevante na construção da igualdade e livre arbítrio enquanto valores sociais, mesmo que sujeitos às pressões externas derivadas de preconceitos equivocados. Em 'Sinal Verde', obra psicografada por Chico Xavier, o espírito André Luiz ensina: "Não julgue os supostos desajustamentos ou as falhas reconhecidas do sexo e sim respeite as manifestações sexuais do próximo, tanto quanto você pede respeito para aquelas que lhe caracteriza a existência, considerando que a comunhão sexual é sempre assunto íntimo entre duas pessoas...".
Cabe aqueles que apresentam tendências não-heterossexuais a auto-avaliação, a fim de diagnosticar um objetivo útil de propósito moral elevado no fenômeno.
Os espíritos não possuem sexo definido, mas nos mundos de organização semelhante à Terra ainda há um conjunto de experiências muito próprias de cada qual, como é o caso da maternidade. Embora as sociedades modernas consagrem a igualdade entre os gêneros, remanescem vivências preponderantes e singulares que a unidade bio-psíquica propiciará. Daí poder-se afirmar com relativa segurança que a maioria dos casos de desajuste entre a sexualidade física e psíquica tem íntima relação com abusos anteriores, especialmente radicados na promiscuidade. Em 'Dias Gloriosos', obra de Joanna de Ângelis psicografada por Divaldo Franco, consta: "Quando a ocorrência é diversa - função emocional diferente da forma física - encontra-se em reajustamento, que deverá ser disciplinado, evitando a permissão do uso indevido, que proporciona agravantes mais severos para o futuro."
Tal constatação não implica necessariamente numa regra universal, pois há casos em que a aparente ambiguidade sexual deterá papel relevante na construção da igualdade e livre arbítrio enquanto valores sociais, mesmo que sujeitos às pressões externas derivadas de preconceitos equivocados. Em 'Sinal Verde', obra psicografada por Chico Xavier, o espírito André Luiz ensina: "Não julgue os supostos desajustamentos ou as falhas reconhecidas do sexo e sim respeite as manifestações sexuais do próximo, tanto quanto você pede respeito para aquelas que lhe caracteriza a existência, considerando que a comunhão sexual é sempre assunto íntimo entre duas pessoas...".
Cabe aqueles que apresentam tendências não-heterossexuais a auto-avaliação, a fim de diagnosticar um objetivo útil de propósito moral elevado no fenômeno.
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